Atualizado 23 horas atrás

Quatro frigoríficos de SC recebem autorização para exportar carne suína para Coreia do Sul

Empresas ficam no Oeste e Vale do Itajaí. Brasil recebeu notícia sobre abertura de mercado nesta quinta.

Suinocultura em Santa Catarina (Foto: Agência de Notícias/Embrapa)
Suinocultura em Santa Catarina (Foto: Agência de Notícias/Embrapa)

Quatro frigoríficos de Santa Catarina receberam autorização para exportar carne suína para a Coreia do Sul, informou o governo do estado. Nesta quinta-feira (17), o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, anunciou a abertura desse mercado. As empresas com autorização são do Oeste e Vale do Itajaí.

 

Podem exportar carne suína para o país asiático os seguintes frigoríficos:

 

 

Por enquanto, apenas essas quatro empresas em todo o Brasil podem fazer a exportação. Isso porque, segundo o governo do estado, a Coreia do Sul só compra carne suína de regiões livres de febre aftosa sem vacinação. Santa Catarina é o único estado brasileiro a cumprir essa exigência, conforme o governador Eduardo Pinho Moreira (MDB).

 

Expectativa

 

A expectativa do setor é de que o estado exporte 30 mil toneladas de carne suína por ano ao país asiático. Atualmente, segundo o governo federal, o mercado de carne suína da Coreia do Sul movimenta US$ 1,5 bilhão por ano. Em 2017, por exemplo, o país importou 489 mil toneladas de carne suína in natura.

 

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram de US$ 1,47 bilhão no ano passado (592,6 mil toneladas). Hoje, Santa Catarina é o principal exportador do produto: no ano passado, 40,5% das exportações brasileiras saíram de frigoríficos do estado, o que gerou uma receita de US$ 369,2 milhões, conforme a Secretaria de Estado da Agricultura.

 

O estado catarinense tem cerca de 13 mil criadores integrados às agroindústrias e independentes, que produziram 980 mil toneladas de carne suína em 2017. Desses montante, 28,2% foi destinado ao mercado externo, segundo a secretaria.

 

A carne suína de Santa Catarina é exportada para mais de 50 países. Atualmente, os principais compradores são: China, Hong Kong, Chile e Argentina.

 

Fonte: G1 / SC
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